Jogar é o que os Bennett fazem de melhor.  Kaíque não tem nada que o caracterize como um Bennett, a não ser o sobrenome. O belo cowboy, de sotaque arrastado e o vocabulário peculiar do mineiro, achou que usando seu "talento" conseguiria as terras da Laura, que herdou uma fazenda em uma cidade do Sul de Minas, entre as das empresas Bennett, com facilidade – ledo engano.

 

O homem forte, criado entre os peões, quando recebeu a missão dos poderosos da família Bennett, não contava que encontraria uma mulher valente que o desafiaria a jogar: uma potranca – segundo ele.

“— Capaz?! Ninguém me disse que era uma mulher, muito menos que era linda. Cacete, agora fodeu!”

 

Laura fez uma promessa ao pai, em seu leito de morte, e vai lutar, com todas as forças, para cumpri-la. Seu pai a preparou para ser uma fazendeira forte, que não dependa de homem nem um. Diante de um monte de dívidas, ela não tem outra escolha, a não ser jogar com seu adversário: o cowboy de araque – segundo ela.

 

“— Você me subestima, cowboy de araque. Fui criada no meio do gado e dos cavalos. Tenho prêmios de laço comprido. Eu me garanto.”

 

Isaac Bennett, o fundador das empresas, tem uma vida obscura e a investigadora Gabrielle, tem como meta de vida – desmascará-lo. Ela segue os passos da família e quer cumprir seu objetivo, doa a quem doer. Até a própria pele.

 

Nesse jogo, quem pode mais? Só lendo para saber.

 

A vida é um jogo? Será que seu pensamento continuará o mesmo ao final das histórias? Bem-vindo ao jogo!

 

Livro indicado para maiores de 18 anos, contêm cenas eróticas descritas. Pode conter gatilhos emocionais.

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